

Data: 10/08/2007 - 13:44
Descrição:
Yin e Yang.
Blackn White.
Leite com Nescau.
Mopa.
=P
São João, 2007.
Aqueles dois.
Filosofia nenhuma faria compreender. Pois era incompreensível.
Ciência nenhuma faria explicar. Pois era inexpilcável.
E guerra nenhuma faria serapar. Pois era inseparável.
Dicotomia intangível. Lástima inifringível.
Recuperar fazia parte. Misturar, a idéia.
Transmitissem então o plausível. Por que manter a desordem do irreal? Que fosse então traduzido como é: Um número.
Maldizem por aí, todos. Por que não maldizer a ninguém? Que sobrou nisso tudo.
Todos e ninguém, perto deles, acabariam sendo a mesma coisa.
O que é que você me diz? Durmamos juntos, pois? E acordemos para sempre?
Que tal fazer sentido, hora alguma? E nenhuma?
Que tal dançar a música primeiro. Escutá-la depois?
Que tal terminar ali, no começo.
Mas não sem antes começar. Ali, no começo.
Porque, acaba que. É lá onde tudo começa e termina. No começo. É lá onde tudo está, no fim das contas: No começo das contas. Aqui estamos nós, começando. Sempre. Sempre.
Ali estaremos nós, ainda. No começo.
Porque a graça tá na fila. O sentido tá longe.
Esse tipo de coisa não se publica.